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Mulher incendeia colchão durante discussão e marido morre no hospital em Santa Rita do Pardo

Vítima sofreu queimaduras de terceiro grau, chegou a ser transferida para Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos; caso foi registrado como homicídio qualificado.

Mariano Junior
Por: Mariano Junior Fonte: Redação Bataguassuense
07/10/2026 às 09h16 Atualizada em 07/10/2026 às 09h38
Mulher incendeia colchão durante discussão e marido morre no hospital em Santa Rita do Pardo
Foto: cenário MS

Um homem de 71 anos, identificado como Geraldo Justino da Silva, morreu após sua esposa, de 63 anos, atear fogo ao colchão do casal durante uma discussão no Centro de Santa Rita do Pardo, em Mato Grosso do Sul. O incidente ocorreu por volta de 1h da manhã no imóvel localizado na rua Reni Campos de Araújo. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga o caso sob a tipificação de homicídio qualificado praticado com emprego de fogo.

​De acordo com o registro policial, a mulher, identificada como Francisca, relatou que o casal havia ingerido bebidas alcoólicas antes de iniciar o desentendimento. Durante o conflito, ela ateou fogo ao colchão do quarto. Após o início das chamas, a mulher permaneceu no local em estado de choque até a chegada de familiares, que auxiliaram nos primeiros socorros.

​Geraldo Justino da Silva sofreu queimaduras de terceiro grau em diversas partes do corpo. Ele foi encaminhado inicialmente ao Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Rita do Pardo, onde precisou ser intubado. Em razão da gravidade das lesões, o idoso foi transferido para uma unidade hospitalar em Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado após dar entrada na instituição.

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​A suspeita também recebeu atendimento médico devido a um corte profundo na cabeça. Em depoimento prestado às autoridades no hospital, ela negou ter sido vítima de agressão física por parte do marido e declarou que não tinha a intenção de feri-lo ou provocar sua morte. A Perícia Técnica realizou os levantamentos no local do incêndio para instruir o inquérito policial. Francisca não foi presa em flagrante, e as investigações seguem em andamento na Delegacia de Polícia Civil de Santa Rita do Pardo.

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